HISTÓRIA DA GRANDE REVOLUÇÃO
de Alfredo Varela
Publicação
promovida pelo Instituto
Histórico-Geográfico
do Rio Grande do
Sul sob o patrocínio
do
Governo do Estado no ano de 1933
3193 páginas - 6 volumes (físicos) subdivididos em 21 livros
Republicado em edição eletrônica e gratuita
pelo
MOVIMENTO PELA INDEPENDÊNCIA DO PAMPA
|
CAPA |
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CONTEÚDO
|
HISTÓRIA
DA GRANDE REVOLUÇÃO |
Volume |
I |
|
1. O scenario da epopéa |
I |
2. A raça de ouro |
I |
3. A saturnia idade |
I |
4. Prometheu nos grilhões |
I |
5. Torrentes subterraneas |
I |
6. O espirito sobre as aguas |
I e II |
7. Vesperas continentinas |
II |
8. Crepitação de accendalhas |
II |
9. A pralaya redemptora |
II e III |
10. O mytho da Pampa |
III |
11. Patria em perigo! |
III |
12. Ilio renascida |
III |
13. A quadra aurea |
III e IV |
14. O idealismo farrapo |
V |
15. A encrusilhada lendaria |
V |
16. Primavera sagrada |
V |
17. A hybernação dos titãs |
V |
18. To be or no to be |
V |
19. Troya em chammas |
V e VI |
20. Res Gestae |
VI |
21. O crepusculo dos deuses |
VI |
VOLUME
I
INTROITO
CONTEÚDO |
Página |
O Imperio portuguez. |
7 |
A Colonia-do-sacramento. Sua perda. Morte de Gomes Freire. A devastação das guerras contínuas. Um milagre das forças economicas. A estatocracia. O fisco. A administração em geral. Effeito das lutas dynasticas. |
8 |
Guerra dos patrias. Observações de A. Isabelle. A prioridade do Riogrande nas iniciativas emancipadoras. |
9 |
Um juizo de João Francisco Lisboa. Outro do "Povo". Consequencias de prever. |
10 |
A republica federal. Tendencias para ella no sul. |
12 |
A theoria da Revolução. A. Comte. Leonardo da Vinci. |
13 |
VOLUME
I - LIVRO I
O SCENARIO DA EPOPÉA
CONTEÚDO |
Página |
Primeiras visões da terra extremenha. |
19 |
Impenetrado mysterio do sertão dos Patos. Tentativa frustra de exploração por beira mar. A travessia de Domingos da Filgueira. |
20 |
Rompe-se o ovo de ouro. Nova pralaya. |
21 |
Iniciativa investigadora de Francisco de Tavora. Preceitos a Francisco de Brito Peixoto. A bandeira de João de Magalhães. A relação de Estevão Pereira. Minas de ouro e prata. As lavras jesuiticas. As maravilhas da serra da Estrella. |
22 |
Vantagens da terra e facil conquista. O piloto Faustino Corrêa. Novas jazidas em mão dos padres. |
23 |
Francisco Bueno Feo. Estimulos a nova bandeira. Christovão Pereira, o grande sertanista. 1.ª entrada por Cima-da-serra. Laborioso trajecto. |
24 |
A 1.ª picada. Accesso muito arduo para os lusitanos; facilimo para os hespanhoes. Acção destes ao fundarem aquelles a Colonia-do-sacramento. |
25 |
Luta de uns e outros, ao cravarem os marcos territoriaes. Procuram os nossos fixar o "limite natural" no Prata, quando está no Riogrande, fim da natureza brasileira, começo da extranha. Differenças patentes.
|
46 |
VOLUME
I - LIVRO II
A RAÇA DE OURO
CONTEÚDO |
Página |
Primeiras entradas. Primeiros povoadores. |
47 |
As noticias dos bandeirantes. |
48 |
Os toques da paizagem. |
48 |
A procura do ouro. |
50 |
As vantagens locaes. A rasão de seu abandono. Actividade bandeirante alhures. |
51 |
As lendas obstativas de uma penetração fructuosa. Decisoria resolução de Caldeira. Despachos a Francisco de Sousa e Faria para que encete a entrada regular do sertão. |
52 |
A primeira obra da occupação. |
53 |
Beira-mar e far-west. |
54 |
Novos typos de paizagem. |
55 |
Alegria e encanto da mesma. |
56 |
A lavoura e a criação. Ainda os povoadores originarios. |
57 |
O affluxo da Laguna. |
58 |
A torrente vicentista. Mudanças em um e outra, em o novo meio. |
59 |
A contribuição açoreana. |
60 |
Os herdeiros de taes progenitores. |
63 |
Assombrosa plasticidade e fecundidade. D. Quiteria Dornelles. D. Isabel de Jesus. |
64 |
O caldeamento na Pampa. |
65 |
A torrente aborigene. |
66 |
O coefficiente da mestiçagem. |
68 |
Portugal de antes e de então. |
69 |
A quota africana. |
70 |
Ainda a mestiçagem. |
74 |
O affluente hespanhol. |
75 |
O contingente germanico. |
78 |
Concurso a republicanos e a monarchicos. |
79 |
Um temor infundado. Fiel registro da linhagem. As tendencias sentimentaes. Parecer de Sebastião Xavier. |
80 |
Impassibilidade ou indifferença. O aresto de Homem de Mello. |
81 |
A selecção guerreira. Gama Rosa. Semple Lisle. A "Memoria" de Londres. |
82 |
Rómulo Gallegos. A influencia da "llanura". Involução apparente ou transitoria. No fundo, evolução normal. A casa e o traje cio extremenho. |
84 |
A ''ramada". A idade do couro. Capistrano de Abreu. |
85 |
Vida e alimentação patriarchaes. Perros mansos e chimarrões. |
86 |
A "estancia". Gallegos. A influencia do deserto. Os povos de Missões e seus prasos ruraes. |
87 |
Posses nestes, dos castelhanos. Contracorrente lusitana que os desaloja e esbulha. Monstros Baraúnas. Instauram-se as "arreadas". As gerações de Homero e as nossas. A hospitalidade. O putchirum. Trabalho em commum com os escravos. O Negrinho do pastoreio. |
89 |
Sebastião Xavier, St. Hilaire, Ruskin, Balcarce. |
90 |
Uma scena de Homero. |
91 |
Differença entre tendencias e methodos. |
92 |
O exemplo de el-rei. |
93 |
Conceito de Almeida. A verdade soberana. José Bernardes. |
94 |
Reflexões de Darwin. |
96 |
Depoimentos de Dreys, Pueyrredon, Garibaldi. |
97 |
Gallegos, La sábana, hombres machos. Typo da coragem gaúcha. |
98 |
Dreys, St. Hilaire. O conceito dos Voluntarios de el-rei. O de Rio-Branco. O gaúcho. Darwin. |
99 |
Bento Gonçalves, famoso episodio. O effeito do captiveiro e da liberdade. |
101 |
A transformação do ultramarino. Perfil do extremenho. "Um monarcha!". |
102 |
A Eva continentina. |
103 |
A attracção do meio gaúcho. Darwin, Paes. |
105 |
Bobadella |
105 |
O fogão. Sua influencia, 106. Os racontos á beira delle. Silveira Martins |
107 |
Orgulho nativista e seu peso na evolução. |
108 |
Provincialismo apaixonado. |
109 |
Um paralelo de Euclydes da Cunha. |
110 |
A universal jovialidade. O treino da vida campestre. |
112 |
A desaffronta, uma lei. Netto, dramatico episodio. |
113 |
O Wergeld da Pampa. |
117 |
A tendencia a desertar. |
118 |
Influencia mental da vida no deserto. Liberalismo esperável. Darwin. Trecho de obra inedita. Dr. Xarque. Southey. |
120 |
Resumo dos anteriores coefficientes de modificação. |
122 |
VOLUME
I - LIVRO III
A SATURNIA IDADE
CONTEÚDO |
Página |
Povoamento do Brasil. Exclusão do Riogrande. Causas. |
127 |
Posto de parte pelos portuguezes, tambem o foi pelos hespanhoes. Os jesuitas principiam a occupação branca. |
128 |
Roque Gonzalez, o iniciador da conquista espiritual. |
128 |
Resistencia do "pagé" Nheçú. Martyrio daquelle padre. Em seguida o de Christovão de Mendonça. Nada detem os arrojados missionários. Fundação dos primeiros povos e estancias. Explorações a rumo da Vaccaria e do rio Grande de S. Pedro. |
129 |
Apparecem os gigantes de Piratininga. 1." bandeira. A irrupção de Antonio Raposo Tavares. A bandeira de Garcia Rodrigues e Fernão Dias Paes Leme. |
130 |
Batalhas de Cássapámirim e Cássapáguassú. Inquirições de Corrientes. A ultima grande investida paulista. Derrota em Mbororé. Fundação da Colonia do sacramento. |
131 |
Reactivam-se as entradas no Riogrande. Minas e gados. Influencia de umas e outros no devassamento do territorio. A primeira povoação quasi anonyma da Pampa continentina. |
132 |
Os patriarchas da australis plaga. Christovão Pereira, a figura principal da quadra. A derradeira iniciativa official nas entradas. Francisco de Tavora. Brito Peixoto. João de Magalhães principia a fundação do Riogrande. Estabelecimentos em beira-mar e no hinterland. |
133 |
Iniciativas do Patriota anonymo. Suggestões de Betamio. A onda açoreana que se expraia ao meio dia, A estirpe de Hurtere. |
134 |
Passo á retaguarda. Tentativa emigratoria do mestre de campo David Marques Pereira. Resistencias na Laguna. Representação do senado da camara. Alvitra a introducção de açoreanos. |
135 |
A acção do illustre Gomes Freire. Suas instrucções a Paes referentes ao Riogrande. Funda-se o 1.º presidio. |
136 |
Estabelecimento de postos militares entre a nova colonia e as de septentrião. Estende-se a conquista para o sul. Forte de S. Miguel. Rapido desenvolvimento local. |
137 |
Chegam os primeiros casaes. Revolta no presidio. Reabrem-se na America os choques peninsulares. Colonistas e pampeiros. |
138 |
Os "nocturnos" em vólta do fogão. Exercicio das armas desde os 12 annos. Tratado de 1750. Justa resistencia dos ignacianos. |
139 |
Commissões delimitadoras. Contrapõe-se-lhes Sepé Tiarajú. Retrocedem os brancos. Abrem estes campanha regular. Trégua subseguinte. |
140 |
Reencetam a luta. Derrota dos indios. Occupação de Missões. |
141 |
Perdido esforço de constituição geographica. Guerra de 62. A invasão de Ceballos. |
143 |
A paz de 1763. Os hespanhoes retem o Riogrande indevidamente. Baldo tentamen restaurador de José Custodio. |
145 |
Pusilânime attitude da corte lusa. Fundação de Montevidéu. Irrupção de Vertiz y Salcedo. |
146 |
O forte de Sta. Thecla. Surge Raphael Pinto. Miguel Pedroso Leite. Recuo de Vertiz, o Cavalleiro da Triste Figura. Primeiros padrões da gloria continentina. |
147 |
Barruntos de nova guerra. Reforço das guarnições do sul. Sebastião Xavier. Expedição de Böhm. Preparativos hespanhoes. |
149 |
A esquadra de Mac-Donall. Raphael Pinto apodera-se de Sta. Thecla. A restauração de 1776. Galharda attitude castelhana. |
150 |
Campanha missioneira de Raphael Pinto. Ceballos reentra em scena. |
152 |
Suspensão de armas. A feliz recomposição geographica do Riogrande. |
153 |
A diplomacia portugueza inutilisa a mesma. Reentrega das Missões. Tratado de 1777. Afortunadas delongas na sua execução. Guerra de 1801. As guardas espanholas abandonam sul e centro do Continente. A offensiva lusa ao meio dia. Ephemera contra-offensiva hespanhola. |
155 |
Morte de Sebastião Xavier. Roscio, o digno substituto. O inimigo sobre a raia. |
156 |
A acção continentina em Missões. A verdade sôbre os jesuitas. |
157 |
Padres e padres. O glorioso bispo Martins. |
160 |
Substitutos dos jesuitas. Piratas, não regedores. |
161 |
Maneca Pedroso. Juca Borges. Gabriel Ribeiro. Reconquista de Missões. |
163 |
Bravio retorno hespanhol. Paz subseguinte. |
166 |
Os castellos de Portugal. As defezas da extremadura. A lição de Roscio. |
167 |
O terremoto francez. Reflexos entre nós. Intrigas e campanhas reaccionarias de Portugal. |
168 |
Artigas á frente da resistencia liberal. Attitude do Riogrande. |
169 |
Infortunios de Artigas. |
170 |
Vantajoso treino da população extremenha. Sua ditosa condição, apesar dos pesares. A éra de Rhéa e de Saturno. |
173 |
VOLUME
I - LIVRO IV
PROMETHEU NOS GRILHÕES
CONTEÚDO |
Página |
A desgraçada Capitania. As vindouras sagas continentinas. O mystico prisioneiro do Caucaso. |
175 |
A vida sobre as armas. |
176 |
Desvantagens e vantagens da guerra. Sebastião Xavier. O criterio autarchista. |
177 |
Resurgimento economico de 1777. Apogeu do trigo. O surto da industria de tassalho. |
179 |
A iniqua repartição das terras. O cahos das sesmarias. |
180 |
O que fizeram os successores de Paes, quanto á publica melhora. |
181 |
As negras devastações do regimen fiscal. Representação dos estancieiros. |
183 |
Representação dos moradores. |
184 |
Acerba contra-representação. Atrozes requisições. Despojo franco. |
185 |
Violencias de juizes e escrivães. A corvée. O Patriota anonymo. |
186 |
Acção regeneradora de Paulo da Gama. |
187 |
Effectivos progressos locaes. |
189 |
Augmento da população. Vólta a tempos idos, quasi esquecidos. Lisongeiras notas estatisticas. Informes de Raphael Pinto. |
190 |
As Representações como elemento de informe. Criterio de Sebastião Xavier. Crise ao norte do Brasil em 1792. Repercussão vantajosa no sul. |
192 |
Novas estatisticas elucidadoras. |
193 |
Primeiros signaes reveis do povo nascente. O Patriota anonymo. |
194 |
Uma intuição autarchista. |
196 |
l.a idéa de divisão administrativa. O Patriota anonymo. |
197 |
Suggestões equivalentes de Paulo da Gama. |
198 |
A instrucção. |
200 |
Estabelecimento de uma alfândega. Outras iniciativas de Paulo da Gama. |
201 |
Elevação ao predicamento de Capitania geral. |
203 |
A circulação da moeda. |
205 |
Reflexos da invasão de 63. Ditos da crise do norte. Da guerra de 11 e 12. Das campanhas de França. |
206 |
Banco do Brasil. O cambio. Repercussão das lutas platinas. |
208 |
Importações e exportações. |
209 |
A marcha da agricultura. A competencia norte-americana. |
210 |
Lisongeiro balanço. |
211 |
Paredros de hontem e de hoje. |
213 |
Justiça de dom Diogo. As violencias e injustiças no fôro. |
215 |
Má a grey politica. Não melhor a da igreja. Escandalosos excessos dos visitadores. |
216 |
O clero da quadra pre-revolucionaria. |
217 |
O padre Faisca, representative-man da epoca antecedente. |
218 |
No Reino ultramarino, a tyrannia sem compensações. Na extremadura austrina com muitas. Limites impostos com o deserto, a distancia, a rebeldia facil. Medra uma situação de typo singular. |
219 |
Prolongamentos do S. Paulo seiscentista, na extremadura. Reflexões de Badaró sobre o thema. |
220 |
A torrente dos factos. Uma acção uniforme. |
221 |
Balanço da quadra de iniciação. |
222 |
O homem e suas iniciativas politicas. A sua plastica modelar. |
226 |
A emancipação intellectual. Igrejas. A dansa. |
227 |
Parallelo de orgulhar. |
228 |
Mundo á parte. |
230 |
Os heroes menores. Duro. Raphael Pinto. |
232 |
Reflexos no bairrismo. Estimulos a elle, no passado e no presente. |
235 |
Degradação ultima da sociedade politica dominante. A veronica de St. Hilaire. |
237 |
Com os signaes da morte, os indicios de resurreição. |
238 |
VOLUME
I - LIVRO V
TORRENTES SUBTERRANEAS
CONTEÚDO |
Página |
Pressão das circumstancias internas e externas. |
241 |
Pendor separatista. |
242 |
Intimidade com o Uruguay. |
243 |
Tendencia brasileira para a federação. |
244 |
O "terrivel partido". |
245 |
Coefficientes de propulsão. A conquista dos inglezes. A saturação castelhana. |
246 |
A junta de maio. |
249 |
Artigas e o concurso riograndense. |
250 |
A luta emancipadora. Heroes do Uruguay e nossos. |
252 |
O movimento libertador bate ás portas do Brasil. |
257 |
A contracorrente e suas causas. Revolução imminente no Brasil. Por que foi espaçada. |
262 |
A catastrophe de 17. A rasão do naufragio no Recife e alhures. |
263 |
A queda de Artigas. Conquista da Cisplatina. Insubmissão latente. |
267 |
Novo tentamen de Alexandre Luiz. A revolta do Porto. |
271 |
Sublevação na villa do Riogrande. Levante em Portoalegre. |
274 |
A acção de Saldanha. |
276 |
Uma scena das antigas democracias. Antonio Bernardes, o tribuno do povo. Creação de um governo provisório. |
282 |
Intrigas em tôrno de Saldanha. Afastamento delle. |
284 |
O Fico. Adhesões no sul. Exaltação nacionalista. A guerra da independencia. |
286 |
Lenda e historia. "Unanime acclamação dos povos". |
289 |
Surge ou resurge o "terrivel partido". |
291 |
Desencantos subsequentes á independencia. Vista a retrospectiva. |
294 |
Reminiscencias de Lander. |
297 |
Patria, concepção antiga e moderna. O Turgot lusitano. |
299 |
As versões de Garrett. |
301 |
O que levou D. João. O que deixava. |
305 |
A conjura dynastica. A conspirata dos cortesãos. |
308 |
D. Pedro á frente da ruptura com Portugal. Acção dos Andradas. |
309 |
A Constituinte. Motim militar em Portoalegre. O veto. |
310 |
Sebastião Barreto dá signaes de si. |
312 |
O vigario de Taquary. |
313 |
A burla da Constituição. Manifestações absolutistas. Recomeça a conjura no sul e no Uruguay. |
314 |
Manuel Marques e Sebastião Barreto. |
316 |
Toma consistencia o mytho da Pampa. |
317 |
Frustro lance no Uruguay. |
320 |
Lavalleja reenceta a labuta emancipadora. Invasão dos 33. A Argentina os apoia. Guerra com o Brasil. |
321 |
Tendencia no Riogrande a solidarisar-se com os orientaes. |
323 |
A conjura em Ituzaingo. |
324 |
Rivera invade as Missões. Novos signaes de levante no sul |
325 |
Apoio ao caudilho. |
330 |
Bento Gonçalves em clandestino accordo com Lavalleja. |
333 |
Situação commovida da Provincia. E' creada uma commissão militar. |
341 |
Grande offensiva platina de concerto com os conjurados riograndenses. Imminente a perda do Riogrande. Quiçá uma derrocada do Imperio. D. Pedro aceita a paz. |
343 |
O vero sentimento americano. Como o manejaram Alvear e Rivera. Effectivas tendencias do Riogrande. |
350 |
As devastações da guerra. Garabulhas de Sebastião Barreto e Bento Manuel. Prejuizos materiaes e moraes. O orgulho offendido. |
353 |
O sentimento de equidade. |
364 |
As queixas contra o Imperio. |
365 |
Rivera e o separatismo. |
372 |
Desprestigio de D. Pedro. Suas iniquidades. O navio Palhaço. Frei-Caneca. Ratcliff. As victimas de 24. O "feroz tyranno". O que era o Imperio. |
373 |
Os seus procônsules. |
384 |
A regencia Clementina. |
387 |
O brado de Vicente França. O levante na Bahia. Porque o Riogrande não o acompanha. |
390 |
As folhas-publicas no sul, . |
393 |
A "facção republicana". Quadro da communidade riograndense. As classes conservadoras. |
395 |
A conjura de 29. Republica veneziana. |
398 |
Motim militar em Portoalegre. |
403 |
Barreto suspeito e desterrado. Vale-se da marqueza de Santos. |
404 |
Signaes de cataclismo subsequentes. Aprestos para um "golpe de estado". D. Pedro recua. |
407 |
A conjura em prol de uma republica federativa. Divorcio da Nação com D. Pedro. O libelo do Riogrande cujos itens andavam no ar. Duelo de morte. A Nação a postos. |
410 |
A revolução de abril. A noticia dos sophistas. A verdade inteira. |
419 |
A contracorrente moderada. A traição de Costa Carvalho. O ludibrio. A agitação dos exaltados. Feijó á testa da resistencia. A persuasão a ferro e fogo. Lições de Timon. |
432 |
O parlamento rejeita a reforma federativa. Novos ensinos de Timon. A bronca tarefa de Feijó. O fim da obra de Evaristo, julgada eterna. Submettidas as demais provincias, o Riogrande ia agir por si. Bento Gonçalves encarna as suas aspirações. |
447 |
VOLUMES
I e II - LIVRO VI
O ESPIRITO SOBRE AS AGUAS
CONTEÚDO (VOLUME I) |
Página |
As marés do corcundismo, segundo Badaró. |
469 |
Papel historico de Bento Gonçalves. |
471 |
O conceito de Vergueiro. |
475 |
Erronias de José Bonifacio. Um opportuno retrospecto. |
478 |
Caracter da Assembléa Constituinte. Dissolução da mesma. O protesto armado do norte. Dupla conjura contra o Imperio. Confidencias de Rojas y Patron. "Memorias" de S. Leopoldo. Ainda o ludibrio de 31. Theophilo Ottoni. O que devia ser a revolta. O que foi: journée des dupes. |
482 |
O levante. |
482 |
Falho esse, já se disse, o Riogrande entrou em franco preparo da grande Revolução. |
493 |
Os contendores que se iam medir. Formoso rasgo de um delles. |
499 |
CONTEÚDO (VOLUME II) |
Página |
Boletins sediciosos no Riopardo. O exemplo dos orientaes. Precatos autoritários. |
5 |
Filiação revolucionaria de Bento Gonçalves. |
6 |
Antecedencias de 1832. Confissões de Lucas. A doutrina de Marciano. Um enygma. Chave para decifração do mesmo. Aborto do plano federalista de 1831. Solemnes declarações de Bento Gonçalves. |
7 |
Uma supposta "decepção". Erronias de Nabuco. |
8 |
O 1.° grito separatista. |
11 |
Inicia-se a conjura para a fundação da Republica riograndense. Denuncias em Montevidéu. Entendimentos com Lavalleja. Enceta-se a grande intriga raiana. Simultaneos enredos de Rivera. Perfil de um e outro caudilho. |
12 |
O de Bento Gonçalves. |
20 |
As pregoadas interferencias de Rozas. Silueta do tyranno. |
28 |
As interferencias brasileiras. |
46 |
O papel dos que se naturalisaram continentinos. |
50 |
A transcendente acção de Zambeccari. Luzida biographia do procer. |
55 |
VOLUME
II - LIVRO VII
VESPERAS CONTINENTINAS
CONTEÚDO |
Página |
A lição de Roma. |
75 |
Prioridade no movimento emancipador do seculo 18.° Alexandre Luiz. Suas iniciativas politicas e sociaes. O que faz por ellas Bento Gonçalves. Acção negativa ou reaccionaria de Antonio Vicente. |
76 |
Novo tentamen de Alexandre Luiz. Empreza conjugada ou simultânea de José Maria de Almeida. Independencia das 3 capitanias meridionaes |
77 |
Guerra dos patrias. A trama do padre Caldas. Interrupção da mesma com a paz. |
78 |
Vida interna do Uruguay. Recomeço da trama. |
80 |
Os passos em falso de Barreto. Denuncias ou allusões. Bento Gonçalves abroquela o graduado confrade. Debates com Machadinho. |
87 |
A conjura dos allemães. Vestigios elucidativos. |
92 |
"A Sentinela da Liberdade", "O Amigo do Homem e da Patria", "O Constitucional Riograndense". |
95 |
Symptomas. A scena do theatro. |
98 |
Significativas mudanças no Continente. |
99 |
Barreto, chamado antes á Côrte, retorna ao sul, como commandante-das-armas. 7 de abril. Movimento federalista no sul. Iniciativa da "Sentinela". |
100 |
O quadro dos partidos. |
103 |
A magnifica sentença do "Carapuceiro". Lição para hontem e para hoje. |
100 |
Motos synchronicos no Uruguay e no Riogrande. Prosegue a dupla conjura. |
104 |
Signal dos tempos. Rasoamentos de Manuel Jorge. |
110 |
Alexandre Luiz reitera o lance. Informes de Miguel Pereira. Retrogrados e democratas pela separação. |
107 |
A instrucção. O espirito de associação. |
113 |
A Sociedade do Continentino. Barruntos de conjura. Israel de Paiva. Denuncia a Galvão. Repercussões no Prata. Motim militar. Barata 2.° |
113 |
Bento Gonçalves á testa de um commando de fronteira. Serrito, novo foco subversivo. As agitações no Uruguay. Levante de 3 de julho em Montevidéu. Reflexos no sul. Velleidades incorporativas do Imperio. Base do enredo farroupilha. Holocausto dos charruas. A luta uruguaya. Projecto de accordo. Interferencias de Bento Gonçalves. Nos fusos da trama. Apanhados na mesma a governança provincial e a central. Vicissitudes do lavallejismo. A solidariedade extremenha. Lavalleja asyla-se no Riogrande. Habilima attitude de Bento Gonçalves. |
121 |
Diplomacia do ultimo. Embellezo de Galvão. Recuo da regencia. A loja suspeita no Riogrande. Xavier Ferreira. O Continentino, O Inflexivel, O Observador. Bernardo Viegas. |
151 |
Lavalleja em Portoalegre. Suspeita a acção de Bento Gonçalves. Cobre-se de possiveis golpes. As offertas alliciadoras de Rivera. Retraimento de Galvão. Signaes de que elle e Barreto refugem a compromissões. Vestigios da acção de Rivera na orbita lavallejista. Bento Gonçalves premune-se. Nova politica de Barreto. Desabusada acção de Bento Gonçalves. Descarados favores á opposição oriental. O coronel é chamado á Capital. O Recopilador liberal. Zambeccari. Pedro J. de Almeida. Novos rumos farroupilhas. A famosa sessão em loja. Definitiva ruptura com Barreto. Os democratas apartam-se dos retrogrados. O capitulo dos sete. Pronunciamentos de Marciano, representante da corrente federalista. Dupla acção correlativa de Bento Gonçalves, encarnação da corrente separatista. |
163 |
Sangrentas represalias de Rivera. Esquentadas verberações extremenhas. Desmesuras de Bento Gonçalves. Severo relatorio de Barreto. Reclama enérgicas providencias. Galvão abre os olhos. Projecto repulso de monarchia federativa. A burla do moto de abril. Bento Gonçalves determina-se a agir. Retrospecto opportuno: as negadas convicções republicanas. A propria regencia as estimula. |
180 |
O duende da restauração. Cerram fileiras os desavindos. A Sociedade militar. O conde do Riopardo no sul. Os republicanos em furia. Immolação de Bernardo Viegas. Galvão substituido por Mariani. Um grito equatoriano de guerra. O levante em Sta. Catharina. Exemplo imitado em Portoalegre. Frustra a revolução, graças a Barreto. Reacção obrada por Mariani. Deportações ou transferencias. Ruedas. José Mariano. Trancamento no Rio da Sociedade militar. Acção contra os restauradores. José Bonifacio. Abyssinios, de hontem e hoje. |
203 |
A doutrina estimulativa do "Noticiador". Gaudium magnum. "Nova éra". João Manuel a caminho do Rio. Chamado para ali Bento Gonçalves. Prodigiosa impressão que gera. Mudança de frente na politica regencial. Apologias da "Aurora". O premio a relevantes serviços. Mariani substituido por Braga. Dissipação de uma lenda. O painel desenganador de Vasconcellos. Glosas do Observador: curamos de nomes, apparencias, não de realidades. |
224 |
A forja da conjura nesse em meio. Reviravolta consequente. Detem-se a obra separatista. Em pregões de novo o federalismo. Debates elucidativos. Democracia. Idéas metaphysicas. Governos mixtos. Santa Federação. Lições de Vasconcellos. Regresso de Bento Gonçalves. Lavalleja em campo. Sua derrota e refugio no Brasil. Commovida recepção no Serrito. Conflictos entre riograndenses e orientaes na fronteira. D. Anna Lavalleja. Ataque a San-Servando. Escandalosas complicidades brasileiras. Rivera sobre a raia. Tambem Barreto. Sua acção repressora. Attitude de Vieira da Cunha. Allusões ao "traidor". Descarado proceder das autoridades subalternas. Franco apoio aos lavallejistas. |
234 |
A rancura de Barreto. Braga não quer servir com "traidores", sim com Bento Gonçalves. A regencia mantem o marechal. As occorrencias uruguayas. A falha harmonia. La Revista faz solemne denuncia do projecto de constituir-se independente o Riogrande. O governo da Provincia premune-se. Creação do Correio official. Bento Gonçalves demittido e posto em desterro, depois de suspenso e processado Bento Manuel. |
260 |
1834, anno critico, segundo a Bussola da liberdade. Tal foi. Como o definiu Vasconcellos. Preciso é completar o levante de abril. Desenganado, Bento Gonçalves resolve-se por outra solução do problema politico da epoca. |
274 |
VOLUME
II - LIVRO VIII
CREPITAÇÃO DE ACCENDALHAS
CONTEÚDO |
Página |
Evaristo e a politica da regencia no sul. Esta opta por uma acção dulcamara. Medidas militares. Precatos farroupilhas. Luta de Pedro Boticario e Camamú. Primeiras hostilidades a Braga. Pedro Chaves seu campeão. Duello furioso na imprensa. Desacato a Sylvano. Vestigios de um falho tentamen subversivo. Sangrias na veia da saude entre farroupilhas. Calvet. Braga no Riogrande. A revolução frustra de outubro. Bento Gonçalves na Capital. A lenda e a historia. |
281 |
Concitações do Recopilador. Definitiva ruptura de Braga com os liberaes. Causa effectiva da mesma. Uma aturada pesquiza. Simulações de Bento Gonçalves. Reacção franca de Braga contra sua politica. As primeiras represalias farroupilhas. |
300 |
Generalisam-se taes violencias. Dramas ou entremezes no Riopardo. Imprudente attitude de Braga. Processos inopportunos. Immolação tragica de Cirne. Simultaneos desmandos caramurús. Os de Silva Tavares. |
318 |
O turvo scenario. A "gente pescadora". Os comicios de fevereiro. A constituição da 1.ª assembléa, alvo das attenções geraes. Relatorio de Braga. Denuncias de conjura segregativa. Procella que desata. Abre-se a luta no recinto legislativo. Graves allusões de José Mariano a Barreto. Retractação e humilhação de Braga. "Fintas" de Bento Gonçalves e dos conjurados. Opportunos esclarecimentos. |
336 |
Acção dos governos central e provincial para incrementar a conjura. Os invalidos pretextos da hostilidade a Braga. O coefficiente jacobino de acceleração da revolta. |
364 |
A quota da maioria da assembléa na mesma. A de Pedro Chaves. Perfil do energumeno. Elle e seus antagonistas. |
372 |
A verdade sobre o presidente. Frageis rasões da opposição contra elle. Parallelo com Luiz XVI. Sá Brito como pensador. Base de uma vera theoria da Revolução. Complementos de Marciano. Caldeira define as encobertas realidades de 1835. O confirmatorio depoimento de Lucas. Tambem o de Catalá. |
382 |
VOLUMES
II e III - LIVRO IX
A PRALAYA REDEMPTORA
CONTEÚDO (VOLUME II) |
Página |
Prenuncios do vasto drama. Aprestos universaes. Distribuição de papeis. Opportuna menção de eventos uruguayos. Ainda as reflexões desvendadoras de La Revista. A famosa epistola de Catalá. Sismicos estremecimentos a 7 de setembro. Precatos officiaes. Motejos nas folhas da conjura. Bento Gonçalves em Pedras-brancas, centro da mobilisação insurreccional. Transporte da 1." leva de sublevados ás cercanias da Capital. Surge o pendão revel á frente da mesma. Equivocos preliminares. Limpos os horisontes. 1.º choque na ponte da Azenha, l.ª victoria da Revolução. O nome de um homem: panico irresistivel. Braga abandona a cidade. Entrada solemne a 20 de Bento Gonçalves á testa de sua hoste. Susto, retraimento da burguezia apatacada. Explicação do phenomeno. Um quadro da sociologia concreta. Marciano chamado á vice-presidencia. Felizes exhortações de Bento Gonçalves. Restabelece-se a confiança de gregos e troyannos. O que eram os soldados do Continente a serviço da Revolução. |
393 |
Descanso na Capital. A revolta no Riopardo. Em S. Gabriel. Attitude de Barreto. Sua falha acção e subita fuga. Victoria incruenta na localidade. Equivalente fortuna em Cassapava. Os successos de Entre-rios. Move-se Bento Manuel. Entrada em S. Gabriel. Sua compromettedora inexacção. Um homem forte em scena. |
427 |
A revolta em Jaguarão. Verdun abre hostilidades contra Silva Tavares. Duplo combate e morte daquelle. Silva Tavares acommette Jaguarão. Cerco dos rebeldes. Capitulação dos mesmos. Marcha do triumphador sobre Pelotas. Braga assenta o governo em Riogrande. Apoio das camaras littoraneas. Manuel Marques em campo. Conspirata contra Braga. Prisão de Almeida. Sua ternura conjugal. Retrato da Eva continentina. |
443 |
As arregimentações liberaes em Pelotas. Manuel Antunes da Porciuncula á testa da vanguarda de Bento Gonçalves. Surpreza por traição no arroio Grande. Indignado protesto universal. Historia e lenda. O vero responsavel da felonia. Liberaes de Jaguarão e Bagé confluem em tôrno de Pelotas, à la rescousse. Livram-se com arte os legalistas. Ganham a fronteira. Para ella avançam os liberaes precitados. |
460 |
A acção de Marciano. Suas declarações. As muito inequivocas do "Continentista". Organisação da offensiva a rumo do littoral, em terra e nas aguas. Bento Gonçalves á testa da mesma, envia suas intimações ao Riogrande. Occupa as abas desta villa e Onofre as da que lhe fica defronte. Braga desiste da luta. Embarca. Sua chegada ao Rio. Resolutas inculpações. As espécies que disseminara no sul. Sinistro effeito das mesmas. Desatinos logo reprimidos ou contidos. A verdade sobre a marcha da Revolução. Nada mais que uma bella fantasia. Entrada do chefe do movimento no Riogrande. Enviatura a Montevidéu. Licenciamento das tropas até 2.ª ordem. Arrogante notificação á regencia. Nova "finta": a historica alternativa. Transparente no Prata a realidade continentina: em acauteladas vesperas da independencia. Oribe parte para a convulsa fronteira. Avisam a Bento Gonçalves que deseja avistar-se com elle. Parte o coronel para a raia. |
472 |
Oribe. Retrospecto necessario. Desmandos de Rivera. O trafico. Sudario vergonhoso. Retorno de Lavalleja á Patria. Novos rumos. Precedentes accordos de Rivera e Barreto. Oribe em face dos mesmos. Estreia nova politica em Melo. Entrevista de Oribe com Bento Gonçalves. Pacto entre ambos. Regressa a Jaguarão o "guerreiro salvador", "Pai da Patria". Epistola ao "Jornal do Commercio": patente o jogo farroupilha. Aventura-se menção á republica, em papel subscripto por João Manuel. Araujo Ribeiro nomeado para substituir a Braga. Sua pacifica chegada. As destruidas promessas de amnistia. Mysterio indecifrável. Irmão do presidente considera muito em duvida a posse, antes de chegar elle á Capital. Emissario de Araujo Ribeiro a Bento Gonçalves. Historicas declarações do ultimo. Encontro de ambos em Pelotas. Banquete subseguinte. Esboceto do novo presidente. Os dous homens daquella actualidade. |
494 |
CONTEÚDO (VOLUME III) |
Página |
O simposio de Pelotas. Araujo Ribeiro. Bento Gonçalves. Confrontos. Pedido do 1.° ao 2.°, Acquiescencia deste. |
5 |
Manobras do coronel, na Capital. Araujo Ribeiro chega á mesma. Requer se lhe dê posse. Tergiversações farroupilhas. |
6 |
Attitude de Bento Gonçalves. Lenda agora desfeita. Posse adiada ou negada. |
7 |
Bento Manuel determina-se a diverso partido. |
8 |
Veras e fictas rasões do mesmo. A comedia dissentanea. |
9 |
Araujo Ribeiro deixa a Capital. Apoio a elle das camaras littoraneas. O presidente desembarca no Riogrande, resolvido a encetar a luta. Reflexões de Limpo de Abreu. Vigorosa acção daquelle. A que se obra em Portoalegre. |
11 |
A orientação da regencia. |
12 |
Araujo Ribeiro nas vias de accordo. A acção clara e occulta da assembléa. |
13 |
Conferencia de uma delegação da mesmo com o presidente. |
14 |
Debates subsequentes no corpo legislativo. |
15 |
Aceno de amnistia e a reacção da altivez raiana. |
16 |
Convite para tomada de posse. |
18 |
Bento Gonçalves tenta demover a Bento Manuel. Ainda as veras e falsas rasões de seu dissidio. |
18 |
Interferencia de Oliverio Ortz. |
22 |
Dobrez evidente no discolo. |
23 |
Ergue broqueis contra a Revolução. Effectiva e supposta attitude de Bento Gonçalves. |
24 |
Transparente a verdadeira na imprensa do Uruguay. Desvendado o mysterio farroupilha. |
25 |
Contemporisações ardilosas do chefe do setembrismo. Impreparação dos sublevados. |
26 |
Teia para colher o presidente. Hesitação de Bento Gonçalves. Consulta epistolar e sua resulta. |
28 |
Exhortações dos conspiradores mais vehementes. Abrazado artigo do "Continentista". |
32 |
Plano simulador que observa Bento Gonçalves. |
34 |
A clarividencia de Limpo de Abreu. O descortino de Araujo Ribeiro. Acta est fabula. Toma posse o presidente no Riogrande. |
36 |
Preparativos militares de ambas parcialidades. Jogo em marcha dos reveis. Novas elucidações de Araujo Ribeiro, novas glosas de Limpo de Abreu. |
40 |
Reiteração das "fintas" insurgentes. O padre amigo de Feijó. |
46 |
Juram, tresjuram paz as duas facções, a preparar-se ambas para a guerra. |
49 |
A reacção em Pelotas. Noticias de Bento Manuel. O negativo fructo de suas andanças na campanha. Trata de mover a Capital. A reacção farroupilha. Holocausto dos Freires. Repercussão do mesmo no parlamento. A voz de Santa-Barbara. |
50 |
Acção pacificadora ou repressora de Bento Gonçalves. A interferencia de Salisch. Nova enviatura da assembléa a Araujo Ribeiro. Marciano declara finda sua missão. O claro e o encoberto. O "Quebra anti-Evaristo". Os boatos do mutuo enredo. La commedia è finita? Prosegue em toda a linha. |
58 |
Bento Gonçalves tenta ainda reattrair o outro Bento. Intervenção de Antonio Vicente. |
63 |
A enbaidora tactica dos rebeldes, segundo Araujo Ribeiro. |
65 |
Florida situação delles. A Capital em febre ardente. |
66 |
O retraimento de Marciano. Prováveis causas. Nullo effeito da enviatura ao littoral. Américo C. de Mello na vice-presidencia. Medidas iniciaes de guerra aberta. Mobilisação geral sob as ordens de Bento Gonçalves. |
67 |
Intimações a Araujo Ribeiro. Acção resguardadora deste. |
70 |
Misero estado do exercito. 1.° reforço. Onofre á testa das operações contra o Norte. Movimento hostil em Sta. Catharina. Defeza em Torres e Itapuã. Bloqueio do Norte. |
72 |
Divide et impera, a regra de presidente. Soa pela 1.ª vez o nome de Rozas. Esclarecimentos de Bento Gonçalves. A acção alliciadora de Bento Manuel. Silva Tavares reentra no scenario. |
75 |
Inicia-se a acção militar farroupilha contra Bento Manuel sob a chefia de Côrte-Real. Primeiro choque. O ardil a que recorre aquelle. Burlado o cabo adverso. João Manuel assume o mando da ludibriada columna. Victorioso assalto do arraial inimigo. Dispersão e fuga caramurua de 1.º de março. Desintelligencias. João Manuel retransfere o mando a Côrte-Real. |
75 |
Intermezzo... Corregias legaes. Prisões e reprasalias. |
85 |
Bento Manuel industrioso ganha o interior. Côrte-Real incauto o segue. Relato preterido. |
86 |
A acção militar de Bento Gonçalves com alvo no Riogrande. |
87 |
Diversão infausto. Feliz escapada de Silva Tavares. |
88 |
Imminencia de choque entre Bento Manuel e a divisão que o acalçava. Esforço de Bento Gonçalves para a reforçar a tempo. A juvenil precipitação de Côrte-Real. Derrota do Rosario. Seu benefico reflexo na orbita legal. |
90 |
Bento Gonçalves institue act |